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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Algumas coisas que valem a pena relembrar!

A vida é tudo. Contrária a si mesma, é a alegria e a tristeza, a dor e o prazer, pode ser maior ou insignificante...
Tudo depende como encaramos cada momento, como decidimos e agimos em cada encruzilhada...

Vive bem!















quarta-feira, 7 de julho de 2010

Glee - Mais do que uma série!

Glee é uma premiada série de televisão do género comédia/musical, produzida pela FOX.
A história da série foca os esforços do professor de espanhol Will Schuester, em reerguer o coro da escola William McKinley em Lima, Ohio, chamado de "Glee Club", que no passado foi motivo de grande orgulho para todos os alunos na instituição. No entanto, a escola não tem recursos para sustentar o coro, que a princípio só atrai os alunos pouco populares e estigmatizados.

Nos últimos episódios da temporada, foram apresentadas duas músicas de uma grande banda, os QUEEN. Para mim foi dos únicos pontos altos desta série. Passo a apresentar em baixo e tirem as vossas conclusões. Para mim, sem palavras!

  • Another one bites the dust - QUEEN





  • Bohemian Rhapsody - QUEEN


segunda-feira, 5 de julho de 2010

Mensagem de !! Férias !!

As férias são a melhor altura do ano. Pode parecer um "cliché" mas é um facto. Não concordo com os que desejam férias todo o ano, pois assim estas perderiam o seu valor. Pois também é um facto que damos mais valor aquilo que não temos ou aquilo que é raro. Férias são para descansar, relaxar, mas também para a diversão ;)


O tempo passa a correr, o tempo escapa-nos por entre os dedos se nos distrairmos...


Por tudo isto espero que todos os que têm a sorte de estarem de férias ou prestes a entrar... divirtam-se!!


quarta-feira, 7 de abril de 2010

Adora Svitak

Há já algum tempo que não actualizo o meu blog, um pouco por falta de tempo e também um pouco porque é dificil encontrar temas dignos de serem falados. Mas hoje, encontrei um!
Adora Svitak é uma jovem com 12 anos, escritora e blogger desde os 7 anos. Nesta conferência, afirma que o mundo precisa de "childish thinking": optimismo, ideias inovadoras, criatividade. Usar a palavra "childish" não deveria ter um significado depreciativo...

sábado, 20 de fevereiro de 2010

"I Have a Dream"


Toda a gente sabe quem proferiu esta frase, e pode ter um significado diferente para cada um.
A sua abragência, a sua capacidade de tocar tantas pessoas tornou-a tão popular.

Deixou de ser apenas o símbolo da luta popular de raças, para ser o mote de várias lutas.
A preserverança de Martin Luther King inspirou, e fez sonhar o mundo.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

The Day the Earth Stood Still



"The Day the Earth Stood Still" é um filme que conta com actores como Keanu Reeves e Jennifer Connelly.





Direcção: Scott Derrickson
Elenco: Jennifer Connelly, Keanu Reeves, Kathy Bates, John Cleese, Jaden Smith, Jon Hamm


Sinopse:O pânico toma conta do governo norte-americano ao detectar um asteróide, poucas horas antes da colisão com a Terra, mais exactamente com o coração de Nova York. Cientistas de vária especialidades são convocados para tentar solucionar o que parece inevitável. E no momento marcado para o choque, uma nave alienígena pousa em Central Park.

O alienígena Klaatu -que toma a forma humana-viaja para a Terra para alertar que a violência entre os homens ameaça a sobrevivência de outras civilizações no Universo.

Esta nova versão de “O dia em que a Terra parou” ganhou um olhar ecologicamente correcto, e a missão é impedir a destruição do meio ambiente pela humanidade.

Klaatu (Reeves) chega ao planeta para protegê-lo do declínio total.

Ao ser capturado, é impedido de conversar com os representantes da humanidade (ONU) e ouvir o relatório detalhado de um conterrâneo “infiltrado” entre os humanos, que os descreve como destrutivos, ele conclui que não há mais como continuar, e dá a ordem necessária para que espécies animais sejam retiradas do planeta.

Será que não existe mesmo hipotese de mudar? Será que tal como no filme, a nossa única opção no futuro é a exterminação, para a sobrevivência da Terra?

...

Penso que é um filme que vale a pena ver, não só pela qualidade do argumento e dos actores, mas também pela mensagem que transmite.

Uma frase que resume tudo é a dita por Klaatu (Keanu Reeves) a Helen:

"I the Earth dies, you die. If you die, the Earths survives"


A mensagem transmitida, é a mesma de à 50 anos do 1º filme. Apesar de adaptada à actualidade, mostra-nos de novo a falta de consciência ecológica, ou melhor, a falta de vontade ou preguiça em mudar.

Sabemos que o mundo está mal e estamos a esperar até à chegada ao precipicio para agir de forma eficaz.


sábado, 13 de fevereiro de 2010

Dilema de Êutifron



O dilema de Êutifron provém de uma obra de Platão e é uma objecção forte à teoria ética dos mandamentos divinos.
Ética é a reflexão acerca da moral, as acções correctas e erradas.
Esta teoria, que possui grande aceitação e influência na vida das pessoas, defende que a religião é a base da ética, ou seja, os factos morais resultam da vontade de Deus.
Os defensores desta teoria são convencionalistas, pensam que o certo e o errado se devem a alguém o ter estipulado, convencionado.
Voltando ao dilema, este é originário de um diálogo no qual Sócrates, que está prestes a ser julgado declara:"Quero dizer que reconhecemos que o que é sagrado é amado por Deus por ser sagrado, e não que é sagrado por ser amado".
Transpondo este dilema para uma objecção à referida teoria, deparamo-nos com o seguinte:
"Deus não permitiria tais acções porque são erradas, ou são erradas porque Deus não as permitiria?"
É importante salientar que, para que o dilema seja válido, é necessário que apenas existam duas possibilidades e que ambas produzam consequências indesejáveis, e neste caso, tal só é possível se a pessoa ou pessoas às quais este se aplica forem crentes.
Então analisemos a 1º hipótese, ao afirmarmos que certas acções são erradas e que por essa razão Deus não as permitiria é admitir que há certos actos errados independentemente dos desígnios de deus, o que não apoiaria o defensor da teoria dos mandamentos divinos.
Quanto à 2º alternativa, se a aceitarmos, é o mesmo que concordar em matar se deus assim o desejar.
Ambas as hipoteses levam a consequências negativas, ou os factos morais não dependem de Deus, ou as suas decisões são arbitrárias.
Tal como referi anteriormente, apoiando-me no dilema, a teoria dá a entender que a moral apenas afecta os crentes e tal nunca poderia ser verdade. Quem não acredita em Deus não é indiferente às considerações morais.
Assim, pretendo concluir que a moral não se apoia na religião.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Problema mente-corpo

O Problema mente-corpo




Será que a mente se encontra separada do corpo?


Para poder responder a esta questão, antes de tudo, é necessário clarificar alguns conceitos.
Em primeiro lugar, o que é afinal a mente? Ora, para mim, a mente é um conceito complexo e vasto[1]. A mente inclui os nossos pensamentos, ideias, preconceitos, a nossa personalidade e as nossas memórias, em suma, a nossa maneira de ser.
Em segundo lugar, o que é o “eu”? O que faz de nós, nós? Por outras palavras, em que consiste a nossa identidade pessoal. Na minha opinião, o nosso “eu”, não é caracterizado pela nossa aparência, ou seja, o nosso corpo, mas sim pelas nossas memórias, e pela personalidade que nos faz tomar decisões e agir perante as situações. É esta personalidade que nos caracteriza, fazendo de nós teimosos, alegres, tristes, extasiados, desesperados, ou simplesmente simpáticos.
Assim, tendo em conta que a personalidade é condicionada pelas nossas memórias, ou melhor, é a posteriori, podemos dizer que nós somos essencialmente as nossas memórias.
Tendo definido (ou pelo menos tentado definir) estes conceitos polémicos, posso agora apresentar a minha tese. Acredito que a mente não se encontra separada do corpo, mas é parte deste.
Como afirmei anteriormente, a mente inclui desde as memórias à personalidade, e se a ciência nos permitiu identificar a zona do cérebro à qual correspondem as nossas memórias (lobo temporal medial e hipocampo), e sabendo que quando uma pessoa fica amnésica, é natural perguntar “quem sou?”, mostrando assim a importância das memórias para o “eu”, é plausível afirmar que sem o cérebro (parte do corpo), não teríamos mente.
Para salientar a íntima relação entre a mente e o corpo (de facto íntima pois são um só), a título de exemplo, quando queremos alterar o nosso corpo em função de estereótipos, ou quando nos sentimos com uma espécie de “nó” no estômago, ou até quando temos um aperto no peito quando não temos palavras para descrever o que sentimos, são todos casos nos quais é possível comprovar a fonte de influência da mente no nosso corpo e vice-versa. Sendo assim, como pode a mente encontrar-se separada do corpo? Essa situação não permitiria esta interdependência unificada.
Tal como Gilbert Ryle, acredito que “não há fantasma na máquina”, ou seja, que não possuo um ser imaterial que controla o meu corpo, o meu ser.



[1] Como é possível observar no dicionário que caracteriza tanto como espírito, como função intelectual do cérebro.

Catolicismo

Tal como os ateístas, os católicos têm também direito a tão boa defesa. Para tal, dou a palavra a Tom Honey, um padre inglês com um grande poder de discurso.
Ele irá dissertar acerca das coisas más que acontecem neste mundo, e se elas poderão ser justificadas à luz de Deus, da religião.



Ateísmo

Tendo em conta que ainda não falamos de atéismo, deixo aqui um vídeo para ver com atenção. Faz parte da colecção de conferências do TED, uma prestigiada organização à qual inúmeros ilustres já foram discursar.