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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Selecção em Medicina e Pensamento Crítico


Texto de opinião que achei pertinente e interessante - Boa Leitura!

"Escrito por João Fonseca
Thursday, 14 October 2010

Selecção em Medicina e Pensamento Crítico

Num interessante artigo publicado no The Lancet, Donald A. Barr sugere uma contradição no processo de selecção de alunos para os cursos de medicina. Na verdade, a selecção dos futuros médicos baseia-se no princípio que aqueles alunos que têm o melhor desempenho académico na área de ciências, são aqueles que desempenharão melhor a profissão de médicos. Contudo, ao mesmo tempo que se parte do princípio que o raciocínio ou o conhecimento científicos são importantes, se faz um raciocínio muito pouco científico, pois assume-se que esse é o melhor método para seleccionar futuros médicos a partir de uma crença ou suposição não fundada em provas seguras. Ou seja, ao mesmo tempo que valorizamos o pensamento científico, partimos de um pensamento que não é científico, o de acreditar sem provas que essa é a melhor forma de selecção dos médicos.
É claro que todos nós temos esta intuição há muito tempo, no entanto, deixamos que as crenças pouco sólidas e infundadas prevaleçam nas nossas tomadas de decisão, mesmo naquelas que são vitais e importantes para a vida social.
Para ver mais em pormenor o artigo de Barr, consultar o seguinte link: The Lancet e ainda a análise crítica de Tim Van Gelder sobre o referido artigo. "

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

A Genialidade Humana

Já Albert Einstein dizia :"Only two things are infinite, the universe and human stupidity, and I'm not sure about the former."























O teu cérebro decide antes de tu dares conta !

Escrito por NewScientist

O teu cérebro decide antes de tu dares conta !

Mesmo agora, o teu cérebro pode ter decidido clicar neste artigo. Esta é a conclusão de um estudo que descobriu que a decisão de uma pessoa carregar num botão pode ser detectada 7 segundos antes de a pessoa dar conta disso.

"As nossas decisões são predeterminadas inconscientemente antes da nossa consciência avançar", diz John-Dylan Haynes do Center for Computational Neuroscience em Berlim, Alemanha, que levou a cabo o estudo "I think it says there is no free will.".

Não é a primeira vez que cientistas colocam dúvidas sobre o livre-arbítrio consciente. No início dos anos 80, o neurocientista Benjamin Libet descobriu um pico de actividade cerebral 300 milissegundos antes de sujeitos terem optado por levantar um dedo, numa região do cérebro envolvida na planificação do movimento corporal. Contudo, esta área do cérebro pode apenas realizar os cálculos finais do movimento, e não a decisão inicial de erguer o dedo, diz Haynes.

A sua equipa pediu a 14 voluntários para carregar voluntariamente num botão com um dedo da mão direita ou esquerda e usaram a fMRI (ressonância magnática funcional) para monitorizar o funcionamento dos seus cérebros. Eles verificaram que o córtex pré-frontal - vital para realizar o pensamento e a consciência- "ilumina-se" 7 segundos antes dos voluntários pressionarem o botão.

E mais, decidir pressionar o botão esquerdo ou direito revela padrões cerebrais ligeitamente diferentes, permitindo aos investigadores preverem 60% das vezes qual o botão que seria primido. (Nature Neuroscience, DOI: 10.1038/nn.2112).

NewScientist, 19 Abril, 2008, p.14 (Trad. João D. Fonseca)

CFR. Artigo http://www.wired.com/science/discoveries/news/2008/04/mind_decision.

"My brain made me do it"

In http://www.pensamentocritico.com/
Escrito por JF

My Brain Made Me Do It de Eliezer Sternberg

Com apenas 22 anos, Eliezer Sternberg, estudante da Tufts Medical School, publicou os livros "My Brain Made Me Do It" e "Are You a Machine?".

No seu segundo livro, "My Brain Made Me Do It" (Prometheus Books), Eliezer Sternberg, aborda temas da neurociência e da filosofia, defendendo que a responsabilidade moral e o livre-arbítrio não estão em risco devido ao nosso conhecimento cada vez mais profundo acerca do modo como o nosso cérebro funciona. Para o jovem autor, o livre-arbítrio é uma propriedade que emerge de funções mais básicas do cérebro. Sendo uma propriedade emergente, depende da arquitectura do cérebro, mas não se reduz ao funcionamento do cérebro tal como ele é actualmente estudado. Nunca entrevista concedida ao co-editor da Mind Matters, sugere que Tiger Woods não poderia ter justificada a sua má conduta moral no recente escândalo sobre infidelidade conjugal apelando ao facto de não ter controlo sobre o seu livre arbítrio, dado que isso só seria admissível no caso de apresentar uma lesão considerável no lobo frontal, o que não sucede.

Sternberg procura desafiar o clássico argumento de Benjamin Libet contra o livre-arbítrio, mas ao mesmo tempo, considera que a tendência do futuro será um ataque cada vez mais severo a esse conceito, tendo em conta que o progresso da neurociência e da tecnologia associada a esse progresso, como as drugas com efeitos no cérebro, os implantes neuronais, interfaces homem-máquina, etc...

Além disso, o autor do livro defende que o progresso da neurociência implicará uma necessidade de reformulação das nossas concepções morais e do nossos sistema jurídico, considerando que a visão determinística da neurociência se imporá sobre o modo como vemos e avaliamos as decisões morais das pessoas.

Sternberg é um jovem investigador que conseguiu trazer as suas reflexões filósoficas para fora do laboratório, algo que mesmo cientistas mais maduros são incapazes de fazer. Na verdade, nenhuma ciência terá interesse se não for capaz de perceber o impacto que terá na vida real das pessoas, a curto ou a longo prazo e essa capacidade é um mérito que poucos cientistas possuem ou desenvolvem, presos que ficam, por vezes a questões meramente técnicas.



Actulizado em ( Thursday, 12 August 2010 )

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Como detectar mentiras!

Aqui vão algumas dicas para descobrir quão honesta é a pessoa à tua frente!




sexta-feira, 9 de julho de 2010

Algumas coisas que valem a pena relembrar!

A vida é tudo. Contrária a si mesma, é a alegria e a tristeza, a dor e o prazer, pode ser maior ou insignificante...
Tudo depende como encaramos cada momento, como decidimos e agimos em cada encruzilhada...

Vive bem!















quarta-feira, 7 de julho de 2010

Glee - Mais do que uma série!

Glee é uma premiada série de televisão do género comédia/musical, produzida pela FOX.
A história da série foca os esforços do professor de espanhol Will Schuester, em reerguer o coro da escola William McKinley em Lima, Ohio, chamado de "Glee Club", que no passado foi motivo de grande orgulho para todos os alunos na instituição. No entanto, a escola não tem recursos para sustentar o coro, que a princípio só atrai os alunos pouco populares e estigmatizados.

Nos últimos episódios da temporada, foram apresentadas duas músicas de uma grande banda, os QUEEN. Para mim foi dos únicos pontos altos desta série. Passo a apresentar em baixo e tirem as vossas conclusões. Para mim, sem palavras!

  • Another one bites the dust - QUEEN





  • Bohemian Rhapsody - QUEEN


segunda-feira, 5 de julho de 2010

Mensagem de !! Férias !!

As férias são a melhor altura do ano. Pode parecer um "cliché" mas é um facto. Não concordo com os que desejam férias todo o ano, pois assim estas perderiam o seu valor. Pois também é um facto que damos mais valor aquilo que não temos ou aquilo que é raro. Férias são para descansar, relaxar, mas também para a diversão ;)


O tempo passa a correr, o tempo escapa-nos por entre os dedos se nos distrairmos...


Por tudo isto espero que todos os que têm a sorte de estarem de férias ou prestes a entrar... divirtam-se!!


quarta-feira, 7 de abril de 2010

Adora Svitak

Há já algum tempo que não actualizo o meu blog, um pouco por falta de tempo e também um pouco porque é dificil encontrar temas dignos de serem falados. Mas hoje, encontrei um!
Adora Svitak é uma jovem com 12 anos, escritora e blogger desde os 7 anos. Nesta conferência, afirma que o mundo precisa de "childish thinking": optimismo, ideias inovadoras, criatividade. Usar a palavra "childish" não deveria ter um significado depreciativo...

sábado, 20 de fevereiro de 2010

"I Have a Dream"


Toda a gente sabe quem proferiu esta frase, e pode ter um significado diferente para cada um.
A sua abragência, a sua capacidade de tocar tantas pessoas tornou-a tão popular.

Deixou de ser apenas o símbolo da luta popular de raças, para ser o mote de várias lutas.
A preserverança de Martin Luther King inspirou, e fez sonhar o mundo.